Transformar é uma herança.
Fábricas, ribeiras, saberes e memória operária revelam uma cultura de transformação e adaptação, capaz de potenciar a criação contemporânea.
A candidatura procura afirmar a cultura como dimensão essencial do desenvolvimento da Covilhã, articulando criação, conhecimento, património e participação das comunidades.
Cultura, pensamento e participação
Criar Cultura afirma a cultura como força de transformação: um encontro entre experiência acumulada, conhecimento e vontade de construir em comum.
O ecossistema diverso da cidade da Covilhã e a sua pluralidade é um capital cultural que permite cooperar, experimentar e abrir novas possibilidades para a vida coletiva.
Uma identidade que produz futuro
A identidade da Covilhã é um património a preservar. É um recurso para criar, responder a desafios contemporâneos e construir futuro a partir da montanha, da indústria, da universidade e das comunidades.
Fábricas, ribeiras, saberes e memória operária revelam uma cultura de transformação e adaptação, capaz de potenciar a criação contemporânea.
A universidade, as escolas, os equipamentos e as estruturas artísticas aproximam investigação, formação, inovação e experimentação cultural.
Montanha, paisagem, tradições e um associativismo ativo dão voz às comunidades e multiplicam as formas de habitar, participar e produzir cultura.
Ampliar oportunidades para pesquisar, criar e apresentar, valorizando percursos, linguagens e formas distintas de intervenção artística.
Aproximar a cultura das freguesias, consolidar públicos e criar novas possibilidades de encontro em todo o concelho.
Ligar artistas, estudantes, professores, investigadores e comunidades para transformar conhecimento em experiência partilhada.
Integrar participação, acessibilidade e diferentes formas de envolvimento desde a conceção de cada experiência cultural.
Aproximar organizações com percursos e linguagens distintos, reforçando relações, partilha e capacidade de ação conjunta.
Fazer com que obras, aprendizagens, públicos, competências e relações continuem para além de 2028.
Criação, conhecimento e participação
Novas oportunidades para artistas e estruturas, unindo criação contemporânea, memória, matéria e lugar.
Processos que aproximam cultura, educação e ciência, abrindo o conhecimento à participação e à vida coletiva.
Montanha, património industrial, cidade, freguesias e espaço público como matéria para responder a desafios contemporâneos.
Participação, mediação e colaboração para que pessoas, associações e comunidades sejam parte ativa do processo.
Quatro dimensões que ajudam a pensar o futuro da Covilhã. A montanha convoca sustentabilidade e modos de habitar, a herança industrial transporta transformação e adaptação, a universidade acrescenta investigação e abertura ao mundo, e as comunidades dão continuidade à cultura vivida em proximidade.
Montanha e sustentabilidade
Herança industrial
Universidade e conhecimento
Freguesias e comunidades
Promover a participação, criar relações, reforçar competências e tornar o processo progressivamente público.
Viver um ano cultural regular, acessível e distribuído, com diferentes formas de participação.
Preservar o legado de obras, relações, públicos, competências, conhecimento e redes.
Participação aberta
A candidatura constrói-se através da participação. Partilhe uma ideia, uma proposta, uma possibilidade de parceria ou uma observação que possa ampliar a cultura e a vida coletiva.